Goiânia e região · Condomínios e edifícios comerciais
Um retrato técnico do edifício inteiro: o que está bom, o que pede manutenção e o que pede obra agora — com cada anomalia classificada por grau de risco e ordenada por prioridade. É o documento que faz a assembleia decidir com critério, e não com quem fala mais alto.
Falar com o engenheiro no WhatsApp Eng. Giovany da Luz · Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho · CREA-GO 5.838/D · perito judicial há 15 anos
Todo condomínio tem uma lista de problemas maior que o orçamento. A discussão em assembleia acaba girando em torno de qual reclamação é mais urgente, e a resposta costuma sair da força de convencimento de quem está com o microfone.
A inspeção predial troca essa disputa por uma lista ordenada. Cada anomalia encontrada recebe uma classificação de risco, e é essa classificação que define a ordem de execução — não a insistência de quem reclamou primeiro.
A NBR 16747 organiza a inspeção em torno de uma ideia simples: classificar. É o que transforma “o prédio tem problemas” em “estes três resolvem primeiro, por este motivo, com este custo”.
Manutenção reativa: conserta-se o que quebra e o que gera reclamação. O que se degrada em silêncio — impermeabilização, estrutura, prumada — só aparece quando o custo já multiplicou.
Manutenção planejada, com o gasto distribuído no tempo e a prestação de contas apoiada num documento técnico. E, quando é o caso, com o problema acionado ainda dentro da garantia.

Não existe, hoje, lei municipal em Goiânia que obrigue a inspeção periódica. Mas o dever de conservar e a responsabilidade por omissão existem de qualquer forma — e é sobre o síndico que eles recaem.

Boa parte do que causa dano em um edifício está atrás de alguma coisa: dentro do shaft, acima do forro, no vazio da laje, dentro da alvenaria. A saída de sempre é abrir — e abrir custa obra, sujeira, transtorno para o morador e a chance nada pequena de abrir no lugar errado.
Trabalho com câmera endoscópica de cabo longo para inspecionar esses vazios por um furo mínimo ou por uma abertura que já existe: shaft de instalações, entreforro, prumada, caixa de passagem, vazio de laje nervurada. Em boa parte dos casos a inspeção responde à pergunta sem nenhuma demolição. Quando a abertura é mesmo inevitável, ela passa a ser feita no ponto certo — e uma vez.
Antes de qualquer furo, localizo o que está embutido com detector de parede: barra de aço, tubulação metálica, peça de madeira e cabo energizado. É o procedimento que separa uma inspeção de um acidente.
Se a resposta for não, ou se fizer mais de cinco anos, vale começar pelo diagnóstico antes de aprovar qualquer obra.
Chamar no WhatsApp · (62) 99838-2568 Ou por e-mail: giovany@gluzengenharia.com.brSou perito judicial há quinze anos, nomeado nas Justiças Estadual, Federal e do Trabalho. Escrevo cada laudo sabendo como ele será lido se a questão virar processo — porque é esse o documento que eu leio, do outro lado, quando sou nomeado.
Fissurômetro, trena a laser, nível, detector de umidade, drone com câmera 4K e câmera termográfica FLIR. Anomalia medida se sustenta; anomalia descrita como “pequena trinca” não.
GLUZ ENGENHARIA LTDA com registro no CREA-GO e no CREA-DF, o que permite atuar legalmente em Goiás e no Distrito Federal.
Antes das perícias, gerência de obras em incorporadoras nacionais. Conheço a obra pelo lado de quem executa — e é por isso que o laudo aponta o que importa, sem inventar risco onde não há.