G.Luz Engenharia CREA-GO 19092/RF · CREA-DF 10693/RF

Goiânia, Goiás e Distrito Federal · Perícias

Assistente técnico
em perícia de engenharia

Apoio técnico à parte durante a perícia judicial — formulação de quesitos, acompanhamento da vistoria, parecer técnico e crítica fundamentada do laudo. Atuação perante o TJ-GO, o TJDFT e a Justiça do Trabalho de ambas as jurisdições.

Falar com o engenheiro no WhatsApp Eng. Giovany da Luz · CREA-GO 5.838/D · perito judicial há 15 anos
Medição própria durante a diligência. O que o assistente mede na vistoria é o que ele terá para discutir o laudo depois — e o que não foi medido ali dificilmente se recupera.
Medição própria durante a diligência. O que o assistente mede na vistoria é o que ele terá para discutir o laudo depois — e o que não foi medido ali dificilmente se recupera.

O prazo que decide a perícia

Deferida a prova pericial, a parte tem 15 dias para indicar assistente técnico e apresentar quesitos. É um prazo curto e preclusivo — e o custo de perdê-lo só aparece meses depois, quando o laudo responde com precisão a perguntas que não decidem a causa.

Perícia não se ganha no laudo. Ganha-se no quesito que obriga o perito a medir o que interessa, e na diligência em que alguém do seu lado estava presente para pedir que medisse.

Sem assistente

A parte discute o laudo apenas com as fotografias que outro escolheu tirar e as medidas que outro escolheu fazer. O que não foi registrado na vistoria dificilmente se recupera depois.

Com assistente

Quesitos redigidos para produzir prova útil, presença na diligência, registro técnico próprio e parecer com fundamentação normativa. A discussão passa a ter dois conjuntos de dados.

O que faço como assistente técnico

Registro técnico independente durante a diligência: a anomalia medida pelo assistente sustenta a manifestação posterior, mesmo que o laudo oficial não a tenha registrado.
Registro técnico independente durante a diligência: a anomalia medida pelo assistente sustenta a manifestação posterior, mesmo que o laudo oficial não a tenha registrado.

Por que a vivência de obra muda o parecer

Antes de atuar em perícias, foram mais de duas décadas construindo: gerência geral de obras em incorporadoras de atuação nacional em Goiânia e Brasília, com responsabilidade por empreendimentos verticais de até 27 pavimentos e por bairros planejados com centenas de unidades e infraestrutura urbana completa — além de obras industriais, de saneamento e de pavimentação para os governos estadual e federal desde 1988.

Isso importa por uma razão prática: quem executou sabe onde o defeito nasce. Uma fissura pode ter origem em projeto, em especificação, em execução, em ausência de manutenção ou em uso indevido — e as consequências jurídicas de cada origem são completamente distintas. Distinguir entre elas não é questão de opinião, é questão de ter conduzido o processo construtivo por dentro.

Fissura com desnível entre as bordas. Origem em projeto, em execução ou em falta de manutenção produz consequências jurídicas distintas — e a distinção é técnica, não retórica.
Fissura com desnível entre as bordas. Origem em projeto, em execução ou em falta de manutenção produz consequências jurídicas distintas — e a distinção é técnica, não retórica.

Áreas em que atuo como assistente técnico

Como funciona a contratação

  1. Análise de escopoA primeira conversa é sem compromisso e pode ser feita por videoconferência, com os documentos na tela. Você apresenta o processo e recebe um retorno objetivo sobre o que a perícia pode e não pode demonstrar naquele caso. Nem todo caso comporta prova técnica favorável, e é melhor saber disso antes.
  2. PropostaHonorários fundamentados em horas técnicas, complexidade do objeto e necessidade de deslocamento ou ensaios — não em valor fechado por laudo, critério que não corresponde ao trabalho exigido. Os prazos são alinhados ao calendário processual.
  3. QuesitosRedigidos dentro do prazo de 15 dias, em conjunto com o advogado, para que a pergunta técnica e a tese jurídica apontem para o mesmo lugar.
  4. DiligênciaAcompanhamento da vistoria com instrumentos próprios e registro independente do que for encontrado.
  5. ParecerManifestação sobre o laudo, com quesitos suplementares e pedidos de esclarecimento quando cabíveis.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre perito e assistente técnico?

O perito é auxiliar do juízo: nomeado pelo magistrado, presta compromisso e mantém imparcialidade absoluta. O assistente técnico é contratado pela parte e atua tecnicamente no interesse dela — o que não o autoriza a faltar com a verdade técnica, e sim a assegurar que as evidências favoráveis àquela parte sejam efetivamente examinadas.

O assistente técnico pode acompanhar a vistoria?

Pode e deve. O perito é obrigado a comunicar às partes a data e o local da diligência, justamente para permitir esse acompanhamento. Vistoria acompanhada é a diferença entre discutir o laudo com dados próprios e discuti-lo apenas com as fotografias que outro escolheu tirar.

Ainda vale contratar se o laudo já foi entregue?

Sim. O parecer técnico crítico pode fundamentar a impugnação, embasar quesitos suplementares, pedir esclarecimentos do perito ou justificar nova perícia. É menos confortável que ter acompanhado desde o início, mas está longe de ser inútil.

Atende processos fora de Goiânia?

Sim — em todo o estado de Goiás e no Distrito Federal. A G.Luz Engenharia é registrada nos dois conselhos, CREA-GO 19092/RF e CREA-DF 10693/RF, o que permite assinar trabalho de engenharia legalmente nas duas jurisdições — condição que nem todo perito sediado em Goiás reúne. Atuação perante o TJ-GO, o TJDFT e a Justiça do Trabalho de ambas. Reuniões por vídeo e atendimento por WhatsApp; o deslocamento é para a vistoria.

Traga o seu caso para uma análise técnica.

Apresente o processo, o imóvel ou a demanda técnica. Retorno em até 1 dia útil, por vídeo ou WhatsApp.

Chamar no WhatsApp · (62) 99838-2568 Ou por e-mail: giovany@gluzengenharia.com.br
Atendimento em Goiânia, região metropolitana, interior de Goiás e Distrito Federal.

Por que comigo

Quem escreve pensando em quem vai ler depois

Sou perito judicial há quinze anos, nomeado nas Justiças Estadual, Federal e do Trabalho. Escrevo cada laudo sabendo como ele será lido se a questão virar processo — porque é esse o documento que eu leio, do outro lado, quando sou nomeado.

Instrumento, não impressão

Fissurômetro, trena a laser, nível, detector de umidade, drone com câmera 4K e câmera termográfica FLIR. Anomalia medida se sustenta; anomalia descrita como “pequena trinca” não.

Habilitado nos dois estados

GLUZ ENGENHARIA LTDA com registro no CREA-GO e no CREA-DF, o que permite atuar legalmente em Goiás e no Distrito Federal.

Engenharia civil desde 1988

Antes das perícias, gerência de obras em incorporadoras nacionais. Conheço a obra pelo lado de quem executa — e é por isso que o laudo aponta o que importa, sem inventar risco onde não há.